Tenho o Dom de Amar e o Privilégio de ser Amada.

04
Dez 10

Heroicamente ela lutou. A chuva, o vento e chão inundado de água estavam contra ela. As suas asas, molhadas, impediam-na de voar. As suas patas, essas, já não tinham mais forças para a arrastar. Lutou, lutou, lutou. Pelos corpos das suas amigas passava. Todas apanhadas pela tempestade. O vento empurrava-a e ela dava cambalhotas pelo chão molhado. O seu próprio lago.

Deu as suas últimas forças. Já não conseguiria mais, estava quase a afogar-se. Subitamente, apanhou terra seca. E não chovia. E não estava vento.

As suas últimas forças foram recompensadas e finalmente pôde descansar.

teoria feita por Mags às 12:58

Ao ler isto, lembrei-me do heterónimo Álvaro Campos do Fernando Pessoa... porquê?
Porque na sua época ninguém escrevia poemas sobre a revolução industrial e sobre as máquinas, mas ele fê-lo, e isso não impediu que fossem poemas maravilhosos.
O mesmo acontece contigo: ninguém escreve sobre moscas, mas isso não impede que este texto tenha uma forte mensagem.
Eu gostei bastante :D
Beijocas
Joana Pires a 4 de Dezembro de 2010 às 17:02

ahah, que comparação... até fiquei corada xD
muito obrigadaa :) eu só escrevi o texto porque vi a pobre da mosca a lutar pela sua vida!
Beijocaas!
Mags a 4 de Dezembro de 2010 às 20:47

ainda dizem q eu sou maluca por escrever um texto sobre um batido de morango, há quem escreva sobre moscas :p
andreia f a 4 de Dezembro de 2010 às 20:03

shiiu :b
Mags a 4 de Dezembro de 2010 às 20:48

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