Tenho o Dom de Amar e o Privilégio de ser Amada.

20
Ago 12

Não sei muito bem o que hoje me aconteceu. Nem sei bem há quanto tempo não abria o meu blog, mas julgo já ter passado perto de 1 mês. Hoje, não direi que tenho querido muito aqui escrever. Não tenho. Simplesmente nem me tem apetecido abrir esta página. Houve uma altura em que me bastava ficar a olhar para este espaço branco, que agora começa a ser preenchido por palavras, para deixar de ter vontade de escrever. Consegui fazê-lo num pedaço de papel (apesar de não gostar, tal como já o disse) ou num documento word, mas não aqui, não neste meu espaço, neste meu sítio. Não sei, uma parte de mim esqueceu-se que ele existia e servia para isto. Outra parte, simplesmente desistiu com a minha pouca habilidade para dar títulos e nomes aqui à coisa. (sim, é por isso que o título deste post está em branco, lamento, sim?!)

Talvez ande a falar demais. Já li que quando se fala muito, não se tem nada para escrever. Talvez seja verdade. Não sei. Sei que não me quero tornar repetitiva. Não quero fazer os meus textos girando sempre à volta do mesmo, mas também não me imagino a vir para aqui escrever sobre o que me acontece no dia-a-dia. Não tenho a capacidade fantástica que algumas pessoas têm, de fazer textos com as coisas mais simples e corriqueiras que existem e ficarem obras primas. Sou mais do género de pessoa que imagina uma cena na sua cabeça e a põe por palavras. E mesmo assim, de vez em quando, essas palavras faltam-me.

Quantas e quantas vezes dou por mim a imaginar um diálogo entre duas pessoas, uma paisagem, uma brincadeira, querer passá-la para o papel (neste caso portátil, vai dar tudo ao mesmo!) e ficar sem a saber como descrever. Porque me parece que não existem palavras suficientes, nada é bom para empregar na situação. E dou por mim sempre no início. Com um pedaço branco, desejosa de o preencher com letras que combinadas darão o melhor dos textos, sempre com pensamentos que superam os anteriores e a fechar a página e a continuar em frente. Continuando a tê-las apenas na minha cabeça, na minha imaginação, sem os partilhar com ninguém. Puro egoísmo.

E quero deixar de o fazer. Quero voltar a percorrer o teclado rapidamente, com letras que formam palavras, que juntas se transformam numa frase, parágrafo, texto. Quero deixar de sentir a preguiça de escrever para os outros. Isto de ficar com textos e mais textos no computador, que nunca ninguém lerá, não dá com nada.

Por isso mesmo, se a partir de agora me repetir muito, lamento. Lamento mas se o fizer é porque o meu estado de espírito apenas dá para isso. No entanto, e não prometendo nada a ninguém, mas fazendo uma promessa e acordo comigo mesma, voltarei ao activo. Ou pelo menos assim desejo.

 

 

 

Btw, muito, muito, muito importante! Comecem a andar com os olhos bem abertos. Estou a meio das aulas para ter a carta de condução e... Bem, se atropelar algum de vós, as minhas mais sinceras desculpas, não foi, de todo, minha intenção! Ha ha ha ha... Brincadeira, brincadeira! Sou um must na condução, não é preciso terem medo!

teoria feita por Mags às 19:17

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